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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Fla busca dinheiro para retomar as obras e concluir Ninho do Urubu




Construção de módulo no CT para time profissional está parada. Intenção da diretoria é arrecadar valor total e reiniciar trabalhos no local em março


Por Janir JúniorRio de Janeiro



A movimentação de funcionários, caminhões e máquinas cessou. O módulo que servirá para o time profissional ainda está no esqueleto à espera para ganhar vida. Com a mudança de presidência e uma ampla revisão nas finanças do clube, as obras para a construção do Centro de Treinamento George Helal estão completamente paradas. A projeção otimista para a retomada dos trabalhos no Ninho do Urubu é para março. A ideia da nova diretoria é conseguir o valor total necessário para a conclusão da construção do CT para que o processo não sofra novas interrupções.

- A obra está parada. Estamos tentando algumas frentes para concluir as obras. Não adianta ter R$ 1 milhão, voltar e parar de novo. Nossa ideia é levantar o dinheiro para finalizar. Acredito que em março teremos uma definição - afirmou o vice-presidente de patrimônio, Alexandre Wrobel.


Iniciadas pela antiga gestão, obras do módulo para time profissional do Fla estão paradas (Foto: Janir Júnior)

Enquanto isso, funcionários do clube fazem apenas pequenos reparos no CT. A Brahma, que investiu no acabamento de um dos campos, também bancará aparelhos da sala de musculação.

O ritmo das obras já havia diminuído no início do segundo semestre do ano passado. Ao longo de 2012, muitos foram os prazos e os problemas para cumpri-los. Quando a maquete do CT foi apresentada, em maio de 2011, a previsão de término dos módulos era de 12 meses. Depois, com a necessidade de fazer alterações no projeto original, a estimativa pulou para julho ou agosto. Por fim, a ideia era inaugurar as instalações em dezembro, para que a pré-temporada pudesse ser realizada por completo no centro de treinamento, mas a dura realidade financeira do clube comprometeu o avanço e parou as máquinas. A conclusão do setor destinado ao futebol profissional custa R$ 7 milhões, de acordo com as contas do clube.

As categorias de base vão merecer atenção especial. Na gestão de Patricia Amorim, a estrutura para os jovens em formação era precária. Quando o módulo do profissional ficar pronto, os jogadores de juvenil e juniores utilizarão a estrutura que hoje é destinada ao time principal.


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