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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Dorival Júnior busca identididade perdida no tempo





Bruno Voloch



Não chega a ser um clima de euforia, até porque trata-se de início de temporada, mas a torcida do Flamengo esbanja otimismo pelos quatros cantos.

Líder, invicto e apresentando um futebol convincente, o time surpreende.

Ainda é preciso ter uma certa dose de cautela, até porque o campeonato carioca não serve como parâmetro.

No único clássico, o Flamengo passou no teste. Sofreu contra Madureira, Volta Redonda e venceu Quissamã, Nova Iguaçu e Friburguense com facilidade.

Eis o Flamengo de 2013.

A empolgação com Rafinha é plenamente justificável.

Hernane, estilo trombador e atabalhoado, vai fazendo seus gols, mas o Flamengo não poderá depender dele. O jogador é apenas esforçado e bem distante do ideal.

Ibson dá sinais de recuperação e Elias pode render muito mais.

O esquema ousado de 3 atacantes, com Amaral e Elias na proteção, precisa ser testado contra os grandes.

Wallace demonstra alguma insegurança na zaga.

Léo Moura dificilmente terá fôlego para suportar a temporada inteira e João Paulo segue tímido.

Carlos Eduardo e Gabriel ainda não jogaram.

Dorival Junior começa a ler o que significa treinar o Flamengo. Faz questão de joga ofensivamente, valoriza os jovens e tenta resgatar uma identididade perdida no tempo.

O Flamengo sempre foi assim.




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