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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Jeito 'explosivo' de Pelaipe incomoda Flamengo, e diretor já encara rejeição interna





Pedro Ivo Almeida


Do UOL, no Rio de Janeiro





Em pouco mais de um mês de trabalho, Paulo Pelaipe viu os salários de jogadores serem colocados em dia, manteve o técnico Dorival Júnior no cargo e ainda contratou quatro reforços para a temporada – Elias, Gabriel, Wallace e João Paulo. A rotina do diretor executivo de futebol do Flamengo, porém, não contabiliza apenas conquistas e tranquilidade.




Com seu temperamento “explosivo”, o cartola já incomoda alguns membros do departamento de futebol e começa a sofrer, ainda que de maneira branda, uma rejeição interna nos bastidores.

Entre comissão técnica, “staff” e demais funcionários, é comum escutar reclamações sobre o jeito de Paulo Pelaipe de tratar algumas situações. Gritos, broncas e reclamações mais exaltadas já fazem parte da nova rotina do futebol do Flamengo, no CT Ninho do Urubu.

Entre os jogadores, os problemas de relacionamento com Pelaipe ainda são velados, mas já há quem não goste do jeito explosivo do novo dirigente. Muitos não evitam a comparação com Zinho, seu antecessor, que tinha excelente “habilidade” para conduzir o vestiário rubro-negro.

“Eu brigo mesmo”

Procurado para comentar a situação, o diretor não respondeu os contatos da reportagem. Em dezembro, porém, em entrevista ao UOL Esporte, ele já havia revelado um pouco do seu temperamento e jeito de trabalhar.

“Dentro do vestiário, eu brigo mesmo, dou esporro, falo alto, lavo a roupa suja. Mas fora dali protejo meus atletas. Futebol é isso. Os problemas só não podem vazar”, disse Paulo Pelaipe.




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