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terça-feira, 23 de abril de 2013

Fla destaca trabalho paga 60 Milhões em dividas e projeta 80 mil sócios para equilibrar as finanças: 'Se não pagar as dívidas, não tem futuro'




Apesar do fracasso dentro de campo, a nova diretoria do Flamengo trabalha arduamente nos bastidores para arrumar a casa e as finanças e tem muito o que comemorar fora das quatro linhas neste início de gestão. Com novos patrocínios e certidões negativas de débito (CND) com os governos federal, estadual e municipal, o clube tenta se recuperar da asfixia financeira. e prioriza receitas para quitar compromissos, destaca Luiz Henrique Baptista, o Bap, vice-presidente de marketing.E o trabalho para conseguir tais “conquistas” foi árduo.




Segundo Luiz Eduardo Baptista, vice-presidente de marketing do rubro-negro, "Tomamos uma decisão ousada. Dos R$ 75 milhões captados nos primeiros meses de trabalho, destinamos cerca de 80% para o pagamento de dívidas. Foi algo entre R$ 58 e R$ 60 milhões", revela o dirigente em entrevista à Rádio Globo.


Bap ressalta a intenção da diretoria em pagar as dívidas. A auditoria contratada pelo clube apontou um rombo de R$ 750 milhões.


“O fato de termos procurado as autoridades e ter declarado de forma inequívoca que pretendíamos resolver as situações pendentes ajudou. Isso demonstrou boa fé e nossa intenção no clube. Não adiantava gastar apenas no futebol. Se não resolver as dívidas, não tem futuro”, completou o dirigente, fazendo um alerta.

Luiz Eduardo Baptista, vice de marketing do Fla, comentou valores de dívidas pagas


O dirigente não vê tranquilidade para o futuro e alerta: é apenas o começo de tarefa árdua e complicada.

"O trabalho ainda está muito no início. Tão ou mais difícil que conseguir as certidões é mantê-las. Teremos de continuar pagando esse valor nos próximos anos. Em um orçamento para as próximas temporadas, sairemos com menos R$ 60 milhões em caixa todo ano", revela.

A solução dos problemas financeiros do Flamengo também passa pelo sucesso no programa de sócio-torcedor. Estamos na faixa de 16 mil e nossa projeção aponta para algo na casa de 80 mil sócios ao final deste ano. Se atingirmos os 50 mil sócios, o torcedor passa a ser o maior patrocinador do clube. E temos que entender que não existe futuro sem isso”, disse.

"Nossa projeção aponta para algo na casa de 80 mil sócios ao fim deste ano. Se atingirmos os 50 mil sócios, o torcedor passa a ser o maior patrocinador do clube. E temos de entender que não existe futuro sem isso", acrescenta Bap.

“As noites que passamos sofrendo por conta da atual situação custam mais que os R$ 40 cobrados. Os torcedores precisam apoiar isso, até porque a felicidade do retorno não tem preço”, argumentou o dirigente, se defendendo das perguntas sobre a mensalidade com preços nada populares cobradas no programa.



Fonte Link¹ Link²




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