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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Investidores, empresários e 'habilidade' de Pelaipe; conheça as armas do Fla para contratar





Paulo Pelaipe apresenta o volante Elias; diretor foi fundamental em negociações do Fla


Pedro Ivo Almeida
Do UOL, no Rio de Janeiro



Mesmo com inúmeras dificuldades financeiras, o Flamengo irá anunciar nesta quarta-feira sua quinta contratação para a temporada 2013: o meia Carlos Eduardo. Diante dos problemas de penhoras e falta de fluxo de caixa, a nova diretoria rubro-negra se movimenta como pode e busca soluções alternativas para reforçar o combalido elenco que teve participação apenas discreta no último ano.

Entre apoio de investidores, ajudas de empresários e uma certa habilidade do diretor Paulo Pelaipe para conduzir as negociações, o UOL Esporte listou as principais armas do Flamengo no mercado que possibilitaram as contratações de Elias, Carlos Eduardo, João Paulo, Gabriel e Wallace.


APOIO DE EMPRESÁRIOS
Sem recursos para contratar, o Flamengo teve que recorrer inicialmente aos empresários de jogadores para composições que possibilitassem a chegada de jogadores de peso. Carlos Leite (foto), que já ajudou Vasco e Corinthians em processos de reestruturação, foi o nome da vez. O empresário negociou a chegada de Elias e Gabriel e ainda conseguiu "colocar" o zagueiro Wallace, também seu cliente, no elenco rubro-negro. Sem espaço no Corinthians, o defensor fechou um contrato de 4 anos


"HABILIDADE" E BOM RELACIONAMENTO DE PAULO PELAIPE
 
A falta de dinheiro na hora de colocar as "cartas na mesa" fez o diretor Paulo Pelaipe usar bastante de sua habilidade em negociações para convencer jogadores e empresários a acertarem com o Flamengo. O cartola teve que apostar no discurso de profissionalismo da nova diretoria e, principalmente, na amizade com alguns agentes de atletas para finalizar contratações. Carlos Eduardo, do empresário e amigo Jorge Machado, foi um exemplo disso. Sem grana, coube ao dirigente aposta em uma boa conversa com empresário e atleta


INVESTIDORES
Apesar do bom relacionamento com empresários e da "habilidade" do diretor de Paulo Pelaipe nas negociações, faltava uma considerável quantia em dinheiro para finalizar algumas contratações. Foi o caso do meia Gabriel, ex-Bahia. Para adquirir parte dos direitos econômicos do jovem, o clube contou com o apoio de um grupo de investidores mantido em sigilo pela diretoria. No comando das ações, o vice de futebol Wallim Vasconcellos fez a "ponte" entre o grupo e o Flamengo


PATROCÍNIOS DE PEUGEOT E ADIDAS
 
Além do apoio de investidores, o Flamengo já conta com verbas que serão injetadas pelo clube através dos patrocínios de Peugeot e Adidas. Com o apoio da montadora francesa e da empresa alemã, o rubro-negro espera não ter problemas para arcar com os vencimentos dos reforços e também do restante do elenco. Simultaneamente, a diretoria luta contra as penhoras que atingem o clube para liberar as verbas das empresas de maneira integral


CORTES NA FOLHA SALARIAL E NOVA POLÍTICA DE SALÁRIOS
 
Para trazer novos jogadores e não "estourar" ainda mais a folha salarial, o Flamengo optou por fazer alguns cortes e até mesmo se desfazer de um dos principais jogadores do elenco. Pelo alto custo e a dívida com o CSKA, Vagner Love deixou o clube. Além disso, o clube liberou Liedson e Ibson para procurarem clubes. E os reforços terão que se adequar a uma nova realidade, com um "teto salarial" reduzido e sem as fortunas de outras gestões. Tudo para conter gastos e contratar ainda mais




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