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segunda-feira, 4 de março de 2013

Estatísticas: contra-ataque é a arma do Bota; Fla se dá mal no jogo aéreo




Veja aqui os números que ajudaram a decidir o clássico deste domingo


Por GLOBOESPORTE.COMRio de Janeiro





A vitória incontestável do Botafogo por 2 a 0 sobre o Flamengo, neste domingo, que assegurou ao time alvinegro vaga na final da Taça Guanabara, contra o Vasco, no Engenhão, encontra nos números uma boa e definitiva explicação. Principalmente depois do gol logo com um minuto de jogo, marcado pelo lateral Julio Cesar.

Antes de começar a partida, o empate era do Flamengo. Mas o gol mudou a postura tática do jogo. Com a vantagem embaixo do braço no placar, o Botafogo soube esperar o desespero rubro-negro para tentar definir a partida. Bem fechado, teve o contra-ataque como boa opção. Foram 11 jogadas assim, contra apenas três do Flamengo, que precisou partir para cima para mudar a situação. E, aos 48 minutos do segundo tempo, Vitinho, que já havia desperdiçado boas chances, finalmente selou a vitória com o segundo gol.

A posse de bola dos dois times foi um pouco melhor para o Fla: 55%, contra 45% do time vitorioso. Mas posse de bola não é sinônimo de eficiência. O Flamengo tentou desesperadamente as jogadas alçadas na área. Mas Hernane não estava numa boa tarde. Das 29 levantadas, houve apenas três cabeçadas. O Botafogo também se deu mal nesse quesito: centrou 16 e cabeceou apenas duas. Mas acabou não fazendo falta.

Veja, abaixo, os números da partida:


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